E-learning

Precisamos sempre ter em mente que e-learning é apenas uma forma eletrônica para se viabilizar educação à distância. Jogos educacionais, cartilhas, manuais e vídeos são outras formas de educação e treinamento em larga escala.
A GEO atua com todos esses métodos e ferramentas há diversos anos.

Uso de micros na sala de aula

No campo da aprendizagem com suporte da computação, iniciamos nossas atividades em 1980. São mais de 30 anos buscando a integração tecnologia-comportamento que o e-learning requer.

Iniciamos seu uso em salas de aula, com a Fundação Bradesco. Dado ao volume intenso de informações produzido pelos programas de Habilidades Negociais, foi necessário organizar, agrupar e processar de forma mais rápida, na própria sala de aula, os conhecimentos gerados pelos participantes.

Com o uso dos computadores acoplados a projetores, a intensidade de informações foi administrada com os relatórios, a cada programa, sendo gerados no próprio dia. Essa aceleração permitiu a produção de material extremamente atualizado para aplicação imediata.

Hoje utilizamos softwares especiais, para uso em sala de aula, que permitem a participação e interação dos participantes, a digitação e apresentação de seus próprios relatórios, trabalhos e conclusões, com um aproveitamento superior do tempo disponível. Mais resultados em menos tempo.

Também realizamos workshops com processos de pesquisa simultâneos, para os participantes, gerando e filtrando informações ao mesmo tempo, para aceleração dos processos de análise e filtragem.

Módulos de Aprendizagem

No esforço de adequar os modelos GEO de e-learning às necessidades de seus usuários, criamos, em 1990, o Módulo de Aprendizagem.

Programas de e-learning, monoconceituais, de 30 a 45 minutos de duração, que podem ser assimilados no horário de almoço, ao fim do expediente ou mesmo, com um pequeno esforço, a noite em casa, via Internet.

Extremamente simples, os MDA’s atendem todas as  premissas de um bom programa de e-learning, não demandam afastamento do serviço, podem ser apreendidos de forma gradual e contínua, permitindo, por ano, até 150 horas de treinamento em pequenas “doses”. Lembramos que 150 horas/ano representam um mês de treinamento, sem horas extras, criar sobrecargas de serviço ou entrar nos horários pessoais do colaborador.

MDA’s podem ser produzidos nas versões Bronze (mais econômicos, sem vídeo ou áudio), Prata (com vídeo) e Ouro (com vídeo e áudio), com uma média de 50/60 lâminas por Módulo. Com a produção continua de MDA’s, uma verdadeira biblioteca de treinamentos pode ser construída, permitindo, a qualquer momento, uma rápida aprendizagem ou reciclagem, em menos de 45 minutos.

Seu uso constante permite custos muito competitivos por treinando.

EPSS – Programas Eletrônicos de Suporte ao Desempenho

Os programas EPSS são mais complexos. São programas de e-learning construídos para que a aprendizagem ocorra, simultaneamente, aos processos de trabalho, sem interrupção para treinamento.

De certa forma, os programas EPSS praticamente substituem manuais operacionais. A Air France os utiliza, em seus aviões, para pilotos e navegador. São programas que ensinam a executar uma atividade ou tarefa, fornecendo ao profissional as informações que necessita, na medida e na intensidade solicitada.

O primeiro programa GEO nos moldes de um EPSS foi criado para a Multibrás, em 1995, para ser usado por proprietários de Serviços de Assistência Técnica, com mais de 500 unidades em todo o país.

Seu objetivo foi o de fornecer aos proprietários e gestores desses postos de serviço toda a orientação necessária para a melhoria de seus processos operacionais: atendimento telefônico, marcação e realização de visitas e outros.

Num primeiro momento, os usuários do sistema, em suas próprias lojas, alimentavam o programa com as notas recebidas de Satisfação dos Consumidores, na forma de resultados de pesquisas permanentes desenvolvidas e tabuladas pela Multibrás. As notas eram calculadas e enviadas para Serviço Autorizado.

Com base nas mesmas, os usuários realizavam, mensalmente, a avaliação de seus processos. Para isso, cada processo foi estruturado sob a forma de uma árvore de decisão, com “engenharia reversa”. Ou seja, a partir dos resultados, uma análise era desenvolvida para se chegar às causas do problema, com a metodologia Kepner Tregoe de Análise e Solução de Problemas.

Na medida que as causas eram estabelecidas, o programa EPSS contribuía para a formatação de Planos 5W2H (“Who, where, when, why, what, how” e “how much”), criando os instrumentos de planejamento e monitoramento de execução.

O sucesso do programa permitiu uma redução substancial de horas-homem de campo, com a diminuição de uma equipe de 42 profissionais para 8 e uma economia de centenas de milhares de reais, quando considerados os salários, encargos, transporte, despesas e outras variáveis.

A montagem desse tipo programa requer uma análise detalhada do processo, suas atividades e ou tarefas, a identificação precisa dos conceitos ou métodos a serem compartilhados, a forma de aprendizagem ideal e a construção de programas que integrem as atividades e conhecimento de forma síncrona. Para conhecer um modelo de EPSS.

PSAP – Programas de Suporte à Aprendizagem Presencial

Programas presenciais, embora muitas vezes estimulantes, não permitem a retenção dos conteúdos apreendidos por prazos muito longos, salvo quando há a aplicação imediata e monitorada. De fato, em até 48 horas após a assimilação, pode haver uma perda de até 80% do conteúdo visto em sala de aula.

Se considerarmos um custo direto de R$ 20.000,00 para um curso qualquer em sala de aula, mais o custo indireto do salários com encargos de seus participantes, mais outras despesas diretas como sala de aula, café, refeições, transporte e outras, além do custo de oportunidade representado pela ausência daquelas pessoas em seus locais de trabalho, um programa desses pode vir a custar de fato mais de R$ 100.000,00.

A inexistência de mecanismos de reciclagem que permitam a recuperação, quando necessária, dos conteúdos perdidos, pode causar um prejuízo efetivo, não registrável, de R$ 80.000,00. Uma perda de 80%.

Para minimizar essas perdas, a GEO separa, em problemas semelhantes, o conteúdo cognitivo do comportamental. Para trabalhar o cognitivo, cria Comunidades de Aprendizagem.

Para os conteúdos comportamentais, a GEO oferece os seus PSAP’s, contendo todo o material do programa presencial, organizados de forma a permitir a consulta e reciclagem dos mesmos, sempre que o treinando entender necessário.

Com a reciclagem constante (independente do uso de Plataformas ou Portais), já podemos ter um ganho de até 50% superior em termos de retenção da aprendizagem. Com as Comunidades de Aprendizagem, esse percentual pode atingir 80%.

Educação à Distância

Embora a utilização de meios eletrônicos seja a mais divulgada atualmente, existem muitas opções de igual ou maior eficácia, dependendo da finalidade do programa. Dentre essas, temos os jogos educacionais, eminentemente lúdicos, o uso de CD’s e DVD’s, cartilhas e revistas, álbuns de figurinhas e outras.

Entendemos recomendável que a decisão pelo uso de processos de e-learning seja precedida por uma análise mais ampla das opções recomendadas para o processo de aprendizagem, que permita a avaliação de alternativas muitas vezes mais flexíveis, econômicas e eficazes.

Nossos esforços em e-learning obedecem a um modelo comportamental. Chamamos a esse modelo – EQAF.

O que é EQAF?

São as fases que precisamos trabalhar, na sequencia, para assegurar alto envolvimento com o processo de aprendizagem e seu uso efetivo pós-treinamento.

Isso pressupõe que a primeira coisa a se fazer, antes de um e-learning, é clarificar, na linguagem e termos da população-alvo, qual a importância daquela aprendizagem específica para eles e para a Empresa. Mais importante é demonstrar a importância deles aprenderem seu conteúdo, para poder agregar maior valor às suas atividades e à Organização. Entender a importância. Se houver um entendimento adequado, podemos ir para a Fase 2. Querer.

Não com palavras bonitas ou discursos entusiasmantes, com aspectos que realmente interessam a cada interlocutor. Seja o efeito real ou potencial da aprendizagem na remuneração, nas melhores condições de vida da sua família, nas perspectivas de crescimento, no desafio profissional. É fundamental que os estímulos trabalhados sejam de fato compatíveis com a estrutura de referência e expectativas da população-alvo.

Se houver entendimento e vontade, temos – e só aí – uma pré-disposição efetiva das pessoas para estudar e aprender. É nesse momento que é oferecido o e-learning, de forma prática, dinâmica, se necessário – lúdica.

Realizada a aprendizagem, torna-se importante assegurar a aplicação prática, supervisionada, dessa aprendizagem à realidade do trabalho. É o Fazer, e melhorar. Uma fase que necessita ser medida, avaliada, melhorada continuamente. A partir desse conceito, desenvolvemos inúmeras soluções em e-learning.

Aspectos importantes para a criação de programas à distância usando computadores:

  • Definição precisa dos conhecimentos ou habilidades necessários, evitando a transferência de informações,

  • Visualização clara da relação entre os conhecimento e habilidades a serem absorvidos e a efetiva valorização profissional do treinando, para facilitar a fase do Querer,

  • Seleção do modelo instrucional a ser utilizado no processo de transferência ou assimilação,

  • Existência de testes de entrada, intermediários,

  • Análise dos KPI’s de processo para monitorar a adesão e o interesse, agindo quando necessário,

  • Criação de vantagens acumulativas para uma aprendizagem efetiva, e outros aspectos.

Um processo de e-learning via computadores, visando conhecimentos ou habilidades, na GEO apresenta várias opções no que diz respeito a formatação dos conteúdos.

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