Gestão de Processos

Focos: Capacitação e Produtividade


Em 1978, tivemos a primeira oportunidade de trabalhar a melhoria de processos, ainda utilizando técnicas convencionais de Organização e Métodos.

Percebemos que a limitação decorrente da falta de métodos mais avançados ou ferramentas adequadas foi compensada pelo alto grau de interesse que foi gerado nas pessoas para a busca de soluções que pudessem “simplificar serviços”. Os resultados altamente satisfatórios então obtidos nos estimularam a buscar e desenvolver novas abordagens.

Na década de ’90, com as técnicas de BPI (Process Improvement) e BPR (Process Redesign), pudemos evoluir em nossa capacidade de assessoramento às organizações preocupadas com seus níveis de agilidade, qualidade e produtividade. Acompanhamos, naquele período, o crescente uso do TQC, TQM, Six Sigma e outros avanços metodológicos.

Ao final daquela década, com as preocupações crescentes com o nível de Inovação nas organizações e a percepção de que uma abordagem excessivamente focada em processos poderia “engessar” a organização, procuramos entender os esforços de melhoria de processos como um processo aberto, participativo e contínuo, sem prejuízo do esforço de criatividade e inovação.

Nosso principal diferencial nesse campo está na conciliação dos métodos atualmente empregados com as abordagens GEO de Conhecimento e Gestão da Mudança, que permitem resultados superiores, mais rápidos e com alto nível de engajamento das pessoas e equipes envolvidas.

Independente de soluções ou suporte tecnológico, entendemos, de forma clássica, que processos são vitais para a eficiência e eficácia organizacional. Para torná-los melhor, nós os mapeamos, analisamos, medimos seus “gaps” e, a partir dessa fase, definimos as ações de melhoria contínua ou radical necessárias. A Inovação, em nosso modelo, está na Melhoria Radical. Mediante consulta, podemos definir melhor como a GEO pode colaborar nessa Área.

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