Consultoria

Onde Atuamos

  • Em Gestão de Pessoas, formulamos, desenvolvemos e implantamos soluções para aumento dos níveis de competência e de comprometimento de pessoas e equipes, mudança comportamental, disseminação de Valores, Cultura e Clima Organizacional.

     

  • No campo da Gestão da Mudança, trabalhamos os processos de Mudança Ambiental, Mudança Organizacional e Mudança Tecnológica, disponibilizando abordagens, workshops, metodologias de trabalho e ferramentas avançadas, hoje utilizadas por empresas no Brasil e no Exterior.

     

  • Em Gestão do Conhecimento, atuamos na dimensão humana da questão, com processos de envolvimento e mobilização para o compartilhamento e uso de bases de conhecimento. Atuamos em nível de Gestão do Conhecimento aplicado, com soluções avançadas e práticas de aproveitamento do know-how coletivo.

     

  • Em Gestão da Estratégia, atuamos com processos de análise, formulação, alinhamento, desdobramento, implantação e monitoramento estratégico, incluindo Visão, Missão e Valores. Com o suporte de nossas equipes de TI, desenvolvemos Dashboards avançados para empresas, unidades de negócio e áreas.

     

  • Em Gestão de Processos, com documentação e análise, melhoria de processos e inovação.

     

O Modelo GEO

Para interpretar a realidade empresarial, com foco nos fatores críticos de sua dinâmica estratégica e operacional, temos Modelos de Análise. No Modelo GEO, nosso principal, temos cinco fatores apenas. E sequenciais.

O modelo pressupõe que a Organização é um sistema aberto, com dinâmica própria, cujo ritmo e direção são produtos, mais que tudo, da qualidade e vontade de seu Fator Humano, ou seja, de suas Pessoas: tanto líderes como colaboradores.

Se essas pessoas percebem e entendem as ameaças e oportunidades, empresariais e pessoais, intrínsecas ao desempenho empresarial, nasce um Senso de Urgência, consensual e coletivo, que acelera o ritmo do dia a dia da Organização. Senso de Urgência é o “combustível” que move uma Organização. Um elevado senso de urgência pressupõe elevada insatisfação nas pessoas com o que são, fazem e produzem. Elas precisam sentir, entender e comprovar que o que fazem, os resultados que podem obter e a compensação a ser recebida são aspectos válidos, verdadeiros e importantes para si, mais que para a Organização, e que elas podem mesmo conseguir mais do que pensam poder.

Criar o Senso de Urgência é a essência das ações de Change Management necessárias para alimentar o esforço de melhoria organizacional. A intensidade do senso de urgência depende das pessoas que lideram a Organização e são responsáveis pelas suas atividades.

Quanto mais insatisfeitas estiverem as mesmas com o “status quo” atual, mais estarão propensas a querer mudar. O senso de urgência decorre da percepção nítida do “gap” entre o desempenho atual e o necessário, o que pressupõe que a Organização disponibilize para as pessoas necessárias as informações e conhecimento que permita às mesmas esse acompanhamento. Pessoas comprometidas e competentes, estimuladas pelo Senso de Urgência, se mobilizam e buscam a Informação e Conhecimento para dar suporte a toda a dinâmica organizacional, monitorando continuamente o alinhamento estratégico, neutralizando ameaças e aproveitando as oportunidades.

Uma Organização com as pessoas certas e alto senso de urgência, quer melhorar. Quer ser mais. Para isso, necessita de Informação e Conhecimento. De dentro e de fora da Organização. São os esforços relacionados à Gestão do Conhecimento. O terceiro fator crítico.

Com essa base de dados, informações e conhecimentos, pode a Organização formular, de preferência de forma participativa, sua Estratégia de Negócios e Ações. A partir do alinhamento e desdobramento da Estratégia e da criação de níveis adequados de adesão interna para dar suporte aos esforços necessários, as mesmas são implementadas e monitoradas, permitindo a realimentação do processo de formulação estratégica.

Na formulação estratégica, a Organização define, antes, “o que quer ser”, “onde quer chegar” e “quando”. A partir dessa definição, avalia o que é, onde está hoje. O gap resultante dessa análise alimenta o Planejamento Estratégico com o “como”. Entendemos que nesse vetor, há amplo espaço de melhoria nos processos de informação, mobilização, capacitação e suporte.

Uma correta visão estratégica permite a identificação dos níveis de melhoria e mudança necessários, em nível de macroprocessos, processos, subprocessos e atividades pessoais. Para se obter tais ganhos, surgem as ações de mapeamento, análise, melhoria e redesenho de processos, estando incluída, nesse estágio, a questão da Inovação. Na medida em que os Processos Empresariais são reformulados ou melhorados e aperfeiçoados, novas competências e níveis de resultados são exigidos das pessoas, demandando, com isso, melhorias contínuas e significativas no desempenho de indivíduos e equipes de trabalho. Para assegurar esse alto padrão de Competitividade Humana, a Organização necessita, de forma dinâmica, redesenhar suas funções e redefinir as competências que as mesmas exigem. Voltamos para as Pessoas.

Através do mapeamento e análise das Funções e suas competências, suportadas por exercícios contínuos de “gap analysis”, são gerenciados os esforços para melhoria dos níveis de competência e de comprometimento.

A melhoria da Competitividade Humana, nesse estágio, termina por influenciar toda a dinâmica, uma vez que permite um comportamento e ação estratégica mais eficaz, em esforços de melhoria mais consistentes e com resultados superiores, os quais terminam por Demanda pessoas mais competentes e comprometidas. A esse conjunto denominamos, na GEO, de Dinâmica Organizacional.

A Dinâmica Organizacional Para facilitar nosso trabalho de análise e melhoria das Organizações, utilizamos um conjunto de modelos mentais para análise e interpretação da realidade organizacional. Nosso principal modelo é o que permite a análise da dinâmica organizacional a partir de seus principais processos empresariais, de forma sequencial, sistêmica e integrada, com foco no Fator Humano. Em síntese, entendemos que a competitividade de uma organização é resultado, principalmente, de seu nível de Competitividade Humana: o produto sinérgico dos níveis de competência e comprometimento de seu Fator Humano. Quanto mais motivado e preparado estiver o Fator Humano para gerir a realidade e dinâmica de uma organização, maior será o seu nível de resultados.  Agregamos valor a nossos clientes no desenvolvimento e fortalecimento dessas competências, através de projetos, ferramentas, sistemas e processos que adotam, em sua quase totalidade, abordagens de decisão e implantação altamente participativas, com altos níveis de adesão e envolvimento.

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